Bruna nunca se viu casando numa praia tropical, mas sim em uma de areia vulcânica.
Mesmo quase 10 anos após o mochilão na Islândia, aquela paisagem tinha ficada gravada em sua memória, então ela tinha certeza onde eternizaria seu amor.
Só que tinha 3 desafios: levar os convidados, escolher os fornecedores sem a ajuda de um assessor e, claro, o clima chuvoso do região.
Mas o resultado saiu ainda melhor que o sonhado!
Eles começaram a namorar no primeiro encontro
“Nos conhecemos em uma véspera de sexta-feira santa em um bar na Vila Madalena.
Sempre contamos nossa data de namoro a partir desse dia porque nunca mais nos separamos.
Passamos a semana seguinte inteira nos vendo praticamente todos os dias.
Em 2014, decidimos fazer um mochilão pela Europa e a Islândia foi o primeiro destino.
Era um sonho antigo meu conhecer o país, e o Renato abraçou a ideia sem objeções.
A Islândia foi o país que mudou nossa forma de ver o mundo e também o lugar que fez com que nascesse em nós a vontade de viajar mais, de explorar mais o mundo.
Em 2015 decidimos morar juntos mas sempre que o assunto casamento vinha à tona.
A gente não tinha ideia do que fazer, só sabíamos que queríamos algo que fosse a nossa cara.”
Ela nem esperava um pedido de casamento!
“A gente já tinha decidido casar, já tava com a metade do casamento acertada.
Como estamos juntos a bastante tempo, eu nem esperava um pedido, já que estávamos com o casamento quase pronto.
Mas em fevereiro fomos viajar para o Havaí, e eu pedi pra ele tirar uma foto minha de costas, com a vista pro mar.
Percebi que ele tava demorando muito. Aí ele disse pra eu esperar porque ia ficar “bem bonitinho”.
Quando virei, ele tava com o anel de noivado na mão.
Demorei pra entender se eu tinha perdido um anel ou se ele tinha achado no chão, levou uns segundos até eu me tocar do que estava acontecendo.”
O melhor momento de todos
“O momento mais marcante foi quando que eu vi o Renato. Da minha entrada, a única coisa que eu lembro é da expressão dele quando meu viu.
Eu entrei chorando porque o noivo, pessoa que raramente chora, tava chorando também.
Ver ele tão emotivo me fez chorar (e eu já sou chorona por natureza).
O abraço de cada uma das pessoas ali presentes também foi um momento muito emocionante.”
E não poderia faltar de uma chuvinha de última hora
A Islândia não é conhecida por tem um tempo muito bom, a gente já contava com um dia cinza e tínhamos um plano B caso chovesse.
Não só não choveu como fez um dia lindo!
E, no final, quando os convidados já estavam na van indo para a recepção, fez uma garoa.
A gente fala que foram os céus que mandaram essa chuvinha pra abençoar nosso dia.”
Um destination wedding nada óbvio
“O diferencial do nosso casamento foi o lugar que escolhemos, em Vik, na Islândia.
A quantidade de pessoas também, acredito que tenha sido muito mais fácil organizar tudo (à distância) devido ao número enxuto de convidados.
Aliás, conseguimos dar a devida atenção a todos e nos divertimos muito também.”
Organizar um casamento à distância dá certo?
“O maior desafio foi planejar tudo à distância, não ter a experiência de provar buffet, docinhos, ter que contar com a sorte e boas reviews.
Graças a Deus, tudo estava além das nossas expectativas.
Eu não tive cerimonialista, aquela pessoa que vai atrás de tudo pra você.
Então só digo isso: contratem um/uma cerimonialista!
Eu acho que os preparativos teriam sido bem mais tranquilos se a gente tivesse contratado alguém.”
Mesmo de longe, nós participamos do casamento!
“Sigo o Lápis de Noiva há anos. Meu vestido, véu e grinalda foram comprados por fornecedores que vi primeiramente no Lápis.
Além de ter feito o site de casamento no iCasei.”
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Detalhes mais do ques especiais
“Para a decoração, eu queria algo meio romântico, meio rústico, confesso que não seguimos um único estilo.
Então seguimos com o verde e branco.
Pedi velas e folhagens em vez de flores e gostei bastante do resultado.
Fizemos todo o design dos convites e compramos malinhas na internet.
O convite era em forma de uma passagem de avião e as instruções pro grande dia vinham em forma de passaporte.
Junto também vinha um kit festa pra cada convidado, com kit de costura, analgésicos, algodão, cotonete e um enxaguante bucal em pastilha.
Na hora da festa as madrinhas e um dos padrinhos planejaram aquela dança com o vestido, tocando Dog days are over, do Florence + the machine.
É bem clichezona mas foi muito legal!”
A noiva só se arrependeu de uma coisa…
“Se eu pudesse, levaria mais pessoas junto. Mas realmente não teve como.
Fora isso, nenhum arrependimento, tudo foi perfeito!”